O que é uma VPN?

VPN é a sigla para Virtual Private Network, ou "Rede Privada Virtual". De forma resumida, trata-se de uma tecnologia que cria uma espécie de "corredor exclusivo" dentro da Internet.

Funciona assim:

  • O computador do usuário (no cartório, em casa ou em outra unidade) se conecta à VPN.
  • A VPN cria um túnel protegido entre esse computador e a rede do cartório.
  • Todos os dados que passam por esse túnel seguem criptografados, isto é, embaralhados de forma que terceiros não consigam ler as informações.

Em termos práticos, mesmo usando uma conexão comum de Internet, a VPN cria um caminho reservado e protegido para comunicação com os sistemas do cartório, como se o computador estivesse fisicamente dentro da serventia.

Acesso remoto seguro aos sistemas do cartório

Com a VPN ativada:

  • Escreventes, substitutos e responsáveis acessam os sistemas internos do cartório de casa, de outra unidade ou em atividade externa.
  • O acesso ocorre como se estivessem na rede local da serventia.
  • A rede interna não fica exposta diretamente à Internet, o que reduz riscos de invasões e acessos indevidos.

Esse modelo permite operar sistemas internos, consultar dados, emitir relatórios e realizar rotinas administrativas com segurança, mantendo o controle de quem acessa, de onde acessa e em qual horário.

Apoio às unidades interligadas em maternidades

A VPN também é muito útil na operação das unidades interligadas em maternidades, cenário comum nos cartórios de Registro Civil.

Nessas situações, a maternidade utiliza computadores conectados ao sistema do cartório para registrar nascimentos diretamente na base da serventia. Quando essa conexão passa por uma VPN:

  • A maternidade acessa o sistema do cartório por um túnel criptografado.
  • Os dados do recém-nascido, dos pais e demais informações sensíveis seguem protegidos durante o tráfego.
  • O cartório mantém maior controle técnico sobre o acesso, sem liberar a rede interna de forma ampla para a Internet.

Esse arranjo reduz riscos técnicos e contribui para que a interligação maternidade–cartório atenda às diretrizes de segurança da informação previstas pelo CNJ.

Como a VPN contribui para a segurança do cartório

Relacionando a VPN com o provimento de segurança da informação para cartórios do CNJ, destacam-se:

  • Comunicação segura — A VPN protege o tráfego de dados com criptografia, o que dificulta interceptações e espionagem de informações sensíveis.
  • Acesso remoto protegido — Permite que pessoas autorizadas acessem os sistemas do cartório mesmo fora da serventia, com autenticação controlada e sem exposição direta da rede interna.
  • Controle e rastreabilidade — A solução pode registrar quem acessou, quando, por qual usuário e a partir de qual endereço, o que reforça a governança de TI e facilita auditorias.
  • Redução de riscos cibernéticos — Ao criar um ponto de entrada controlado e protegido, a VPN diminui vulnerabilidades e contribui para prevenir ataques, como tentativas de invasão e roubo de dados.

Benefícios práticos para o cartório

  • Atendimento às diretrizes do provimento de segurança da informação para cartórios do CNJ.
  • Acesso seguro a sistemas internos por equipes autorizadas.
  • Proteção de dados sensíveis de usuários, partes e registros.
  • Segurança para trabalho remoto e unidades externas, como maternidades.
  • Boa prática de segurança recomendada em auditorias e inspeções técnicas.

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